Quais são os protocolo para remoção de pacientes em ambulância?
A remoção de pacientes em ambulância é um processo que exige atenção, preparo e protocolo bem definidos para garantir a segurança, o conforto e o bem-estar do paciente durante todo o transporte.
Esse procedimento envolve desde a avaliação inicial até a entrega segura no destino, passando por monitorização constante e comunicação eficaz entre as equipes.
Etapas do protocolo de remoção de pacientes
1. Avaliação inicial
Antes de iniciar o transporte, a equipe médica avalia o estado geral do paciente, observando sinais vitais, histórico médico, condição clínica e necessidades específicas.
Essa análise define o tipo de ambulância, os equipamentos e o número de profissionais necessários.
2. Preparação da ambulância
A ambulância deve estar totalmente equipada para a condição do paciente. Entre os itens essenciais, podem estar:
- Maca adequada ao peso e condição do paciente
- Desfibrilador
- Ventilador mecânico
- Oxímetro de pulso
- Kit de primeiros socorros e medicamentos emergenciais
3. Transporte seguro
Durante o trajeto, o paciente deve estar devidamente fixado com cintos de segurança e acompanhado por profissional capacitado (técnico de enfermagem, enfermeiro ou médico, conforme a necessidade).
A condução deve ser feita de forma segura e ágil, evitando riscos adicionais.
4. Comunicação com o destino
É essencial manter contato com o hospital de destino, informando sobre a condição clínica, evolução durante o transporte e eventuais intercorrências.
Essa troca agiliza a preparação da equipe receptora.
5. Monitorização constante
Durante toda a remoção, a equipe acompanha pressão arterial, frequência cardíaca, saturação de oxigênio e outros parâmetros.
Se houver alterações, o atendimento é ajustado imediatamente.
Tipos de ambulância para remoção de pacientes
- Ambulância de Suporte Básico de vida (SBV): Indicado para pacientes estáveis, que necessitam apenas de equipamentos básicos e acompanhamento de um técnico de enfermagem.
- Ambulância de Suporte Intermediário de vida (SIV): Utilizada em casos semi críticos, equipada com tecnologia de UTI móvel e acompanhamento de enfermeiro.
- Ambulância de Suporte Avançado de vida (SAV): Utilizada em casos críticos, equipada com tecnologia de UTI móvel e acompanhamento de enfermeiro e médico.
Responsabilidades no processo de remoção
- Equipe médica da origem: deve fornecer informações clínicas completas ao destino.
- Operadora de saúde ou serviço de atendimento móvel: garante a escolha da ambulância adequada e a logística do transporte.
- Médico regulador: responsável pela decisão técnica e regulação da remoção.
Pontos importantes
- A remoção pode ser adiada ou cancelada se houver risco mais que o benefício do transporte.
- Em emergências, a prioridade é a rapidez com segurança.
- O paciente e a família devem ser informados sobre o processo e as condições do deslocamento.
Conclusão
Seguir protocolos claros e bem definidos na remoção de pacientes em ambulância garante um transporte seguro e eficiente, evitando riscos e proporcionando mais qualidade no atendimento.
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